SISTEMA GNV 5ª. GERAÇÃO (INJEÇÃO ELETRÔNICA DE GNV)






O sistema de injeção sequencial pertence à nova geração dos sistemas de conversão de gasolina em GNV. O princípio com o qual o MODULO DE INJEÇÃO ELETRÔNICA determina os tempos de injeção que são realizados nos injetores de gás baseia-se na obtenção, durante o funcionamento a gás, dos tempos de injeção de gasolina em impedâncias de emulação internas.
Portanto, o controle do motor é feito pela central de gasolina enquanto a central do gás deve ocupar-se em transformar os comandos gerados pela primeira para os injetores de gasolina, em comandos adequados para os injetores de gás. Do ponto de vista de manter uma coerência perfeita com o sistema de gasolina, o MÓDULO DE INJEÇÃO ELETRÔNICA realiza a injeção de gás no próprio cilindro sobre o qual foi obtido o tempo de injeção relativo à gasolina. De uma maneira informal, pode-se dizer que a central de gás converte uma certa quantidade de energia que deveria ser liberada por meio de gasolina em uma quantidade correspondente de energia que será efetivamente liberada pelo gás.


Sistema de Injeção Direta Seqüencial 5ª GERAÇÃO:

A conversão dos tempos de injeção a gasolina para os tempos de injeção a gás é realizada com base em uma série de parâmetros, obtidos pelo módulo gás, além dos tempos de injeção da gasolina: pressão do gás no rail de injetores, temperatura do gás, temperatura da água do motor, rotação do motor e tensão de bateria. O SISTEMA DE 5º GERAÇÃO pode utilizar 3 tipos de injetores, de acordo com as características do motor em que está instalado.

REDUTOR DE PRESSÃO 

É o redutor para instalações a GNV dedicado para o sistema Sequent Fastness. 
O redutor é constituído de dois estágios de redução, que têm a função: 

Receber o nível de pressão do GNV vindo do cilindro (pressão de carga de cerca de 220bar) reduzir o GNV a uma pressão intermediária, na ordem de 500 - 600 kPa (5 - 6 bar) no primeiro estágio, manter o calor necessário para evitar um excessivo resfriamento do combustível devido à expansão. 
Reduzir o GNV a uma pressão final desejada, na ordem de 200 kPa (2 bar), útil para alimentar o sistema de injeção.

INJETORES 

Versão com injetores BRC, sensor de pressão e temperatura gás e junção para mangueira para aplicações Sequent Fastness

CENTRALINA "FLY SF" (FAST E SEQUENT FASTNESS) 

Trata-se da central operacional que controla o sistema completo. É fabricada completamente com componentes automotivos, é apta a suportar a temperatura do vão motor. 
É impermeável e atende às normas relativas à compatibilidade eletromagnética. No seu interior se encontram componentes de recentíssima concepção (microprocessador Motorola de 32 bits), dotado de uma velocidade de elaboração dos dados superior àquela da maioria dos módulos de injeção da gasolina originais. 
A memória que armazena o programa e os dados de calibração não é volátil, por isso, uma vez programada, a centralina Fly SF pode também ser desconectada da bateria sem medo de perder os dados. Pode ser programada mais vezes sem problemas, por exemplo pode ser transferida de um veículo para outro e programada.


INJEÇÃO ELETRÔNICA DE GNV 



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